Por trás do sucesso da FOREVER 21 – Plágio virou moda?

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Grandes nomes internacionais já confirmaram seus planos de entrar no mercado brasileiro, a última a anunciar foi a Forever 21, que abrirá em breve duas lojas no estado de São Paulo, a primeira no Shopping Morumbi e outra no Ribeirão Shopping. (Fonte)

Uma notícia que anima as fãs da marca e deixa a rede americana de roupas e acessórios no topo das marcas que mais crescem no mundo. E boa parte do seu sucesso está sustentado no tripé: ampla variedade, preço acessível e capacidade de assimilar as tendências das passarelas.

Inclusive, esse último fator já lhe custou mais de 50 processos nos Estados Unidos com alegações de “roubar” criações de designers e vendê-las como linha própria em suas lojas. E o curioso/polêmico é o fato da Forever 21 sempre conseguir passar ileso, sem nunca ter perdido nenhum desses casos na justiça.

A advogada Mina Kaway, especialista em propriedade intelectual, mestre em Direito da Moda e autora do blog Fashion Law Notes, publicou um post sobre como a rede americana consegue driblar essas acusações de plágio. (Fonte)

As vítimas das cópias são desde designers independentes (Trovata, Foley&Corina, Jon Contino, Catherine Holstein e 3.1. Phillip, por exemplo) até renomados e conhecidos estilistas, como Diane Von Furstenberg e Anna Sui.

Além disso, a professora de direito da Fordham University, Susan Scafidi, afirma que os processos judiciais não são mais surpresa para a Forever 21 e, inclusive, fazem parte da estratégia de negócios, uma vez que saem mais barato do que contratos de licença. (Fonte)

lojas forever 21

Portanto, a estratégia adotada pela rede é de copiar tudo aquilo que quiserem e aguardar que o designer usurpado reclame seus direitos através de ações judiciais. Os advogados que atuaram em casos contra a Forever 21 afirmam que a tática da rede é normalmente a proposta de um acordo que inclui a assinatura de uma declaração de não-admissão de culpa, acordo de confidencialidade e uma compensação financeira ao designer. 

Os valores oferecidos, em virtude da confidencialidade acordada, não são divulgados, mas estima-se que devem ser generosos, pois até o momento não se sabe de algum designer que tenha recusado a proposta.

Pelo jeito, saber copiar é a alma do negócio! Mas pra gente (meros consumidores), talvez a maior preocupação NÃO seja saber se a peça foi ou não ‘copiada / inspirada’… E sim, se os preços vão chegar aqui no Brasil de forma acessível ou não. rs Qual seu palpite? =)

Via. Estadão.Economia, Solte a Gravata, Mundo das Marcas, Jezebel.com

Comentários e avaliações.

  1. Unknown diz:

    Vamos rezar pra que os preços da Forever 21 e da H&M cheguem de forma justa e acessível! =D

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