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Produto com dois preços poderá ser levado de GRAÇA.

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Em funcionamento no Rio desde o início do ano, medida pode beneficiar consumidores de todo o país.

Desde janeiro deste ano, os consumidores do estado do Rio de Janeiro podem levar para casa, gratuitamente, o produto que encontrar apresentando diferença entre o valor estampado na gôndola e o cobrado no caixa.

A medida, fruto de acordo firmado entre a Defensoria Pública e da associação de supermercados fluminense, agora pode se estender a todo o país com algumas diferenças.

Supermercados poderão ser multados com lei

De acordo com projeto de lei que tramita na Câmara Federal, apenas o primeiro produto encontrado pelo consumidor com preço duplicado será gratuito. Para os demais produtos, seguindo a Lei 10.962/04, o consumidor pagará o menor preço.

De acordo com o projeto elaborado pelo deputado Severino Ninho (PSB-PE), a novidade com relação ao modelo adotado no Rio é que os estabelecimentos reincidentes na prática de preços diferentes poderão pagar multa de R$ 1 mil por cada produto com erro. Além disso, os Procons também deverão publicar anualmente a relação de estabelecimentos contraventores.

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Fique de olho

De acordo com matéria do O Globo, a proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ) elenca as condições para que o consumidor tenha seus direitos atendidos:

1- Ter encontrado produto com diferença de preço entre gôndola e caixa;

2- Procurar o gerente, ou, caso este não se encontre, o responsável pelo estabelecimento, antes de passar pelo caixa, para informá-lo do ocorrido e apresentar o produto encontrado com preço diferente;

3- Independentemente da quantidade do mesmo produto encontrado com preço diferente, o consumidor receberá uma unidade do produto.

FONTE: CATRACA LIVRE

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10 dicas para economizar na Páscoa – As dicas 4 e 5 são ótimas!

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A Páscoa está chegando e a maioria das pessoas já estão garantindo os ovos de chocolate e organizando o tradicional almoço em família.

Este ano, a data comemorativa, que contempla os dias 18, 19 e 20 de abril (Sexta-feira Santa, Sábado de Aleluia e Domingo de Páscoa), vem acompanhada do feriado nacional de Tiradentes – 21 de abril.

Por isso, o consumidor que vai conseguir folgar os quatro dias precisa se planejar para não cair na tentação do comércio e gastar mais do que pode.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o consumidor pode aproveitar a folga prolongada para fazer compras e passear, no entanto, é preciso fazer um planejamento pensando nas dívidas já existentes (luz, água, telefone, aluguel, prestação, cartão de crédito etc.) para não comprometer o orçamento doméstico.

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Para ajudar o consumidor a economizar na Páscoa, os economistas da Serasa Experian prepararam 10 dicas. Confira abaixo:

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1ª Pesquise os preços antes de ir às compras. Os valores podem variar muito de um lugar para outro. É válido, inclusive, comparar o mesmo produto em uma loja física e depois em uma virtual para ver qual vale mais a pena;

2ª Preste atenção nas promoções “compre dois e leve três”. O consumidor precisa avaliar se essa forma de compra realmente compensa, considerando que os ovos de chocolate têm prazo de validade mais curto e, portanto, precisam ser consumidos mais rapidamente;

3ª Fique atento ao comprar ovos de chocolate com brindes, voltados para o público infantil. Em geral, eles estão entre os mais caros do mercado. Por isso, é preciso ponderar o peso apenas do chocolate. Muitas vezes é mais vantajoso comprar um ovo sem brinde e um pequeno brinquedo à parte para as crianças;

4ª Se puder, troque os ovos por barras e caixas de bombom. Esses itens oferecem o mesmo chocolate, mas são mais baratos por não terem a fantasia do formato tradicional do ovo;

5ª Uma boa alternativa é fazer ovos de Páscoa caseiros para dar de presente. Envolver as crianças na confecção pode ser uma boa brincadeira em família;

6ª O consumidor que prefere os ovos de chocolate prontos precisa ter atenção na hora de comprar a prazo para não acumular vários parcelamentos e comprometer a renda mensal. É preciso considerar também que o segundo trimestre do ano contempla outros feriados prolongados, datas comemorativas que possuem forte apelo ao consumo (Dia das Mães e Dia dos Namorados) e o início das férias escolares, que em várias escolas foi antecipado para junho devido aos jogos da Copa do Mundo no Brasil;

7ª Na hora de ir às compras, é preferível deixar as crianças em casa. Os mercados oferecem diversas opções de marca, com tamanhos e sabores diferentes. Isso pode dificultar e encarecer a escolha se a galerinha estiver por perto;

8ª O tradicional almoço de Páscoa em família não precisa pesar no orçamento. Assim como o bacalhau, os preços dos outros peixes podem estar salgados. O consumidor precisa pesquisar pechinchar em estabelecimentos diferentes. Outra dica é procurar receitas que dão alternativas de ingredientes mais baratos;

7ª Se o consumidor decidir levar a família para almoçar fora de casa, a orientação é procurar os estabelecimentos mais baratos que ofereçam algum pacote especial. Antes de fazer a reserva, é preciso calcular e comparar quanto custaria fazer o almoço de Páscoa em casa, afinal, os restaurantes costumam cobrar à parte as bebidas, a sobremesa e os 10% da taxa de serviço;

9ª O consumidor que pretende aproveitar o feriado prolongado para viajar precisa encontrar pacotes de viagens que se encaixem no orçamento. Uma dica é procurar promoções das companhias aéreas, das agências de turismo ou de sites de compras coletivas;

10ª Se preferir viajar de carro, uma possibilidade é reunir amigos e parentes para dividir os custos do combustível e dos pedágios. E mesmo quem vai ficar na casa de um parente precisa se programar, pois terá que contribuir com os gastos locais, apesar de não pagar a hospedagem.

Para mais informações, visite www.serasaconsumidor.com.br

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Dicas pra controlar as comprinhas por impulso e manter as finanças em ordem – “Meu Bolso Feliz”.

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Bater perna no shopping, exagerar nas compras do supermercado ou parcelar em dez vezes o celular do momento. Esses são alguns dos desejos e hábitos que fazem o brasileiro gastar mais do que efetivamente pode.

Uma pesquisa divulgada no início deste ano pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) concluiu que 88% dos entrevistados se autodeclaram conservadores ou moderados quando vão as compras, mas 47% admitem, que movidos pelo impulso, já compraram algum produto que nem se quer chegaram a usar.

Outra constatação é que a maioria dos brasileiros recorre ao consumo para satisfazer vontades pessoais: 59% já compraram algo pensando “eu mereço”,  mesmo sem ter condições financeiras para arcar com o produto e 62% assumem que antes mesmo de receber o salário, já pensam nas compras supérfluas que farão no mês seguinte.

“Com desemprego em baixa e reajustes salariais acima da inflação, temos assistido a uma crescente inserção do consumidor ao mercado de crédito, o que garante mais poder de compra. O problema é que a melhora da condição financeira da população nem sempre vem acompanhada de uma maior consciência sobre como gastar esse dinheiro”, explica José Vignoli, educador financeiro do Meu Bolso Feliz, portal de educação financeira do SPC Brasil.

VEJA TAMBÉM:
- Quem gasta mais, homens ou mulheres?

consumismo finanas pessoais

Os sonhos de consumo e os perigos da compra sem planejamento

Para realizar seus sonhos de consumo, 59% dos entrevistados admitem que já ficaram “no vermelho”. Segundo Vignoli, esse comportamento contribui para o elevado nível de endividamento da população.

“Várias das conclusões do estudo reforçam a constatação de que o brasileiro tem satisfação em gastar o seu salário logo que recebe. Com uma visão mais imediatista para a realização de seus sonhos e desejos, ele acaba pagando a mais em forma de juros embutidos nos financiamentos. Isso explica o fato de o Brasil ser um dos países que menos poupa no mundo”, diz Vignoli.

Assim, o consumo não planejado deixa de ser um ato de prazer e leva parte da população ao descontrole do orçamento doméstico e a inadimplência. Por isso, o consumo precisa ser consciente, tanto para as pessoas que têm mais acesso ao crédito quanto às novas gerações que começaram a lidar com o dinheiro agora.

tipos de dividas

Como Controlar os impulsos

Para entender melhor o porquê do descontrole financeiro e como fugir dele, é preciso saber lidar com a impulsividade. "É importante a pessoa compreender o que está sentindo no momento da compulsão. Quando o fato é racionalizado, você consegue freá-lo com mais facilidade", explica a psicóloga Cristiane Pertusi.

E mais: sentimentos como a tristeza, estresse, angústia e carência são desencadeadores desse descontrole emocional. Por isso, quando sentir vontade de comprar algo, faça as três perguntas básicas "Eu preciso disso?" "Eu estou triste ou preocupado com alguma coisa?" "O que eu vou ganhar em troca?" e avalie bem se precisa mesmo daquilo.

"Como decorrência da baixa estima, algumas pessoas sentem a necessidade de se expressar por meio do que têm, camuflando problemas ou o seu status social com objetos novos e roupas", explica Cristiane. Para fugir desse desejo e, consequentemente, do descontrole financeiro, a melhor alternativa é se conectar a outras coisas ou pessoas que também dão prazer.

"Eu ia ao shopping e comprava sem parar. Estourava o limite do meu cartão de crédito e, na maioria das vezes, nem tirava as roupas da caixa. Com o tempo, entendi que queria fugir das brigas com meu marido e que comprar era uma forma de massagear meu ego. Hoje, quando tenho essa vontade, ligo para as minhas amigas ou faço algum tipo de exercício", conta a enfermeira Marli Mattos.

Infográfico: Meubolsofeliz.com.br

Dicas práticas para não ceder aos desejos de compra

- Planeje suas compras antes de fazê-las. Ou seja, não gaste mais do que ganha. Para ajudar, faça uma planilha com suas despesas fixas. O simulador do Meu Bolso Feliz pode ajudar.

- Saiba usar o crédito de maneira consciente e equilibrada. Exemplo: Se hoje você parcela um produto em dez vezes e, mês que vem faz o mesmo com outra compra, em dois meses terá duas parcelas em aberto e, claro, uma despesa muito maior.

- Sempre pesquise o preço e a qualidade do produto. Não se torne refém de nenhuma marca.

- Antes de ir às compras, tenha noção do que tem no armário. "A gente costuma comprar muita coisa por impulso e depois se dá conta de que tem algo parecido. Eu sempre sugiro que, de três em três meses, as pessoas deem uma bela organizada no armário. Primeiro para tirar de lá o que não se usa mais e, especialmente, para conhecer tudo o que tem", explica Joanna Moura, colunista do Portal Meu Bolso Feliz.

- Esqueça o hábito de ir ao shopping para "bater perna". "Essa mania é a melhor amiga do consumo por impulso. Saia de casa sabendo o que precisa e mantenha o foco durante a visita ao shopping", diz Joanna.

- Antes de ir ao supermercado, faça uma lista e siga-a durante as compras.

- Quando passar por uma prateleira escrito "promoção , avalie se precisa mesmo do produto.

O que é o Meu Bolso Feliz?

O portal Meu Bolso Feliz (http://meubolsofeliz.com.br/), uma iniciativa do SPC Brasil, une informações para mostrar às famílias e pessoas em geral da importância da educação financeira. Amplo e com um serviço completo, orienta cidadãos e explica qual é a melhor maneira de consumir e ter controle monetário.

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Por trás do sucesso da FOREVER 21 – Plágio virou moda?

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Grandes nomes internacionais já confirmaram seus planos de entrar no mercado brasileiro, a última a anunciar foi a Forever 21, que abrirá em breve duas lojas no estado de São Paulo, a primeira no Shopping Morumbi e outra no Ribeirão Shopping. (Fonte)

Uma notícia que anima as fãs da marca e deixa a rede americana de roupas e acessórios no topo das marcas que mais crescem no mundo. E boa parte do seu sucesso está sustentado no tripé: ampla variedade, preço acessível e capacidade de assimilar as tendências das passarelas.

Inclusive, esse último fator já lhe custou mais de 50 processos nos Estados Unidos com alegações de “roubar” criações de designers e vendê-las como linha própria em suas lojas. E o curioso/polêmico é o fato da Forever 21 sempre conseguir passar ileso, sem nunca ter perdido nenhum desses casos na justiça.

A advogada Mina Kaway, especialista em propriedade intelectual, mestre em Direito da Moda e autora do blog Fashion Law Notes, publicou um post sobre como a rede americana consegue driblar essas acusações de plágio. (Fonte)

As vítimas das cópias são desde designers independentes (Trovata, Foley&Corina, Jon Contino, Catherine Holstein e 3.1. Phillip, por exemplo) até renomados e conhecidos estilistas, como Diane Von Furstenberg e Anna Sui.

Além disso, a professora de direito da Fordham University, Susan Scafidi, afirma que os processos judiciais não são mais surpresa para a Forever 21 e, inclusive, fazem parte da estratégia de negócios, uma vez que saem mais barato do que contratos de licença. (Fonte)

lojas forever 21

Portanto, a estratégia adotada pela rede é de copiar tudo aquilo que quiserem e aguardar que o designer usurpado reclame seus direitos através de ações judiciais. Os advogados que atuaram em casos contra a Forever 21 afirmam que a tática da rede é normalmente a proposta de um acordo que inclui a assinatura de uma declaração de não-admissão de culpa, acordo de confidencialidade e uma compensação financeira ao designer. 

Os valores oferecidos, em virtude da confidencialidade acordada, não são divulgados, mas estima-se que devem ser generosos, pois até o momento não se sabe de algum designer que tenha recusado a proposta.

Pelo jeito, saber copiar é a alma do negócio! Mas pra gente (meros consumidores), talvez a maior preocupação NÃO seja saber se a peça foi ou não ‘copiada / inspirada’… E sim, se os preços vão chegar aqui no Brasil de forma acessível ou não. rs Qual seu palpite? =)

Via. Estadão.Economia, Solte a Gravata, Mundo das Marcas, Jezebel.com
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Comprar Material para Escola: Pesquise preços e conheça seus direitos.

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No começo de ano muitos pais enfrentam a difícil missão de correr atrás da lista de material escolar dos filhos. E na hora de ir às compras é preciso tomar alguns cuidados para não cair em armadilhas. Afinal, enquanto os pais procuram poupar, as crianças correm logo atrás das últimas novidades e lançamentos.

Além disso, é preciso ficar atento entre o que pode e o que não pode ser exigido pelas escolas. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, nas listas devem conter apenas os itens de uso individual de cada aluno.

Outra recomendação, as instituições de ensino não podem indicar nenhuma marca e fornecedor de produtos incluídos na lista (exceto a indicação de livros e apostilas), essa prática acaba ferindo a liberdade de escolha do consumidor.

Preste atenção também na variação dos preços. No ano passado, em Curitiba, o Procon-PR chegou avaliar cerca de 128 produtos em oito papelarias da cidade, no mês de janeiro. O resultado encontrou uma diferença de até 233% nos preços do mesmo item. E existem casos, em outras cidades, que essa diferença acaba sendo ainda maior.

Portanto, vale a pena ter paciência e pesquisar o preço dos materiais nas lojas de departamentos, supermercados e papelarias, sem esquecer de verificar a qualidade dos produtos – o seu bolso agradece.  Além disso, o Procon-PR orienta também que os pais, antes de ir às compras, vejam se há algum material que pode ser reaproveitado do ano anterior.
Lista de Material Escolar: Comprar sem causar danos no seu orçamento.
Outra estratégia para economizar é a compra em conjunto. Junte-se com outros pais para organizar uma compra dos produtos da lista todos juntos. Sai muito mais barato levar uma caixa de borrachas, cadernos e canetas do que ir comprando os mesmos itens separados.

E lembre-se, a lista de material escolar pode ser comprada aos poucos. Ou seja, você pode solicitar o cronograma básico escolar de utilização dos materiais, e assim, ir comprando de acordo com as atividades ao longo do semestre, sem colocar em risco o orçamento familiar nos primeiros meses do ano.


Confira o vídeo:
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Direito do Consumidor: Trocar os presentes de Natal – Veja algumas regras.

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Depois do Natal é comum a gente lidar com a situação de ter que trocar o presente, afinal, a peça acabou não servindo, não agradando, veio repetido, danificada, etc.

Enfim,  a corrida às lojas na semana antes do Ano Novo é sempre movimentada pelas trocas de presentes. Para evitar problemas nesse processo, é importante conhecer algumas regras e seguir algumas recomendações.

Antes de mais nada, é bom saber que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) só obriga o comerciante a trocar o produto se ele estiver com defeito. Ou seja, de acordo com a lei, nenhuma loja é obrigada a trocar um presente só porque não serviu ou não gostou.

Porém, muitos estabelecimentos prezam pelo bom relacionamento com o cliente, por isso, na maioria dos casos, as empresas acabam realizando todas as trocas, mesmo porque isso estimula ainda mais o consumo. E nesse processo, guardar a nota fiscal e manter a etiqueta facilitam a troca.

Direito do Consumidor: Trocar o presente de Natal – Veja algumas regras.Prazo de Troca Quando o produto não apresenta nenhum defeito, são as regras do estabelecimento comercial que vão definir a possibilidade da troca. No entanto, se o produto estiver danificado, arranhado ou apresentar qualquer problema, existem duas situações.

No caso dos serviços e produtos duráveis (celulares, roupas, sapatos, livros, brinquedos, computadores, eletrônicos), o prazo para reclamar é de 90 dias, contados a partir da compra. Se o produto ou serviço for classificado como bem não durável, ou seja, aquele possuem um prazo de validade (alimentos, cosméticos), o consumidor tem um prazo de 30 dias, contados da data da compra.



Direito de arrependimento. No caso de produtos comprados pela internet, por telefone ou catálogos, o Código de Defesa do Consumidor também garante a troca. Neste caso, o prazo é de sete dias após o recebimento do produto. De acordo com a lei, o comprador pode desistir sem apresentar motivos, pois o mesmo não teve acesso as condições do produto no ato da compra. É o chamado "direito do arrependimento". A compra pode ser desfeita sem nenhuma penalidade ao comprador, que tem, inclusive, o direito de receber de volta o valor eventualmente pago adiantado.

A orientação do Procon é que o consumidor procure solucionar o problema com a loja. Muitas vezes um primeiro contato com o estabelecimento pode resolver a situação. Mas se o impasse persistir, o Procon deve ser acionado. Em Curitiba, o Procon fica na rua Presidente Faria, 431, no Centro. Mais informações: 0800 41 1512. Acesse: http://www.procon.pr.gov.br/
Fonte: extra.globo, economia.uol
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Projetos que utilizam a mobilização para gerar mudanças.

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Provavelmente você já deve ter ouvido falar do termo “nova economia”, um modelo de negócio que se tornou possível graças a internet e as facilidades de acesso a informação. Esse movimento faz surgir também novas possibilidades se fazer negócios, e com um pouco de criatividade é possível reinventar o modo do relacionamento entre empresas x cliente.

O mercado das pessoas.

The People's SupermarketA proposta do People’s Supermarket é perfeito para ilustrar esse novo pensamento. Um mercado de bairro londrino resolveu mudar sua estrutura organizacional, e ao invés de existir um proprietário chefe, passou a ser administrada por uma cooperativa de várias pessoas. Para participar, existe uma pequena taxa anual de 25 libras e a necessidade de dedicar o trabalho voluntário de 4 horas mensais para ajudar na limpeza e organização do local.
A vantagem é que somente os membros podem realizar compras no People’s Supermarket e desfrutar de alguns descontos exclusivos. E qualquer ganho extra que o supermercado tem por mês é contabilizado para baixar ainda mais os preços. Além disso, o mercado se preocupa em reduzir o impacto ambiental, privilegiando a compra de alimentos orgânicos e locais, produzidos pelos membros ou por moradores das comunidades próximas.

O bairro das pessoas.

Pontos do bairroOutra inciativa brilhante está ocorrendo aqui no Brasil. O projeto Pontos do Bairro foi colocado no site catarse, e graças a mobilização de centenas de pessoas o projeto sairá do papel.
O funcionamento começa a partir de um mapeamento do bairro, onde as potências são descobertas e logo os profissionais e conhecedores de determinados serviços são evidenciados e convidados a se cadastrarem no site do bairro.  O objetivo é incentivar para que as pessoas doem pelo menos 1 ou 2 horas por semana de serviços que eles saibam fazer. Ao se cadastrarem, automaticamente ganham pontos que podem trocar por serviços de outros moradores, permitindo que as pessoas possam colaborar entre si, produzir coisas juntas, trocar serviços e se conhecer! Afinal, as vezes você pode precisar de alguma coisa que a pessoa ali do lado pode te ajudar, e vice e versa!

O hábito das pessoas.

Pessoas nas ruasNo final das contas, esse termo ‘nova economia’ nada mais é do que a força coletiva. Quando cairmos na real que somos nós que iremos criar mobilizações, causas e atitudes para as mudanças que queremos ver, talvez a gente deixe de lado esse péssimo hábito de acomodação e #mimimi… e aí, ao invés de empatar ou subtrair podemos começar a multiplicar resultados! =)


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Consumo colaborativo no Brasil – Roupas, carros, bicicletas, livros e muito mais.

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Alugar, emprestar, trocar, reutilizar e compartilhar… o consumo colaborativo vem mudando os hábitos e trazendo propostas mais conscientes e sustentáveis para o mundo. Esse novo pensamento faz movimentar também uma nova economia, baseado no relacionamento humano e nas novas experiências sociais. =)

Neste vídeo, Rachel Botsman avalia como o consumo colaborativo está se popularizando mundo afora. A partir de alguns exemplos, sua palestra mostra como a indústria está se adaptando ao modo como consumimos e compartilhamos experiências, e ao mesmo tempo, traz alguns questionamentos para onde estamos indo e o que ainda pode ser explorado. Assista! =)

Pra quiser saber mais sobre o assunto… recomendo dar uma lida no livro da Rachel Botsman - “O Que É Meu É Seu - Como o Consumo Colaborativo Vai Mudar o Nosso Mundo.” [clique aqui]
consumo colaborativo alugar emprestar roupas carros livros negocios internet web sites empresas projetos

Fique por dentro: Conheça alguns conceitos, projetos e iniciativas colaborativas que já estão rolando por aí! Se você souber de outras ações, sinta-se a vontade para deixar sua dica nos comentários! =)



Pedalusp – Compartilhamento de bicicletas. O projeto, ainda em fase de testes, consiste na disponibilização gratuita de bicicletas aos estudantes, professores e funcionários do campus da USP. [+]

Troca-Troca CWB – As pessoas podem propor a troca de roupas entre as participantes da comunidade residentes em Curitiba. Basta tirar as fotos da sua peça e publicar no mural, e logo em seguida a negociação e as propostas de interesse surgirão. [+]

ZazCar – Conceito de carsharing. Diversas pessoas podem compartilhar o mesmo veículo num mesmo dia, sem precisar comprar um. Menos carros comprados, menos carros nas ruas. Menos carros nas ruas, menos emissão de gás carbônico. [+]

Coworking - Escritórios coletivos e compartilhados, que incentivam o networking e estimulam novos negócios entre os participantes. Um ambiente multidisciplinar que reúne pessoas de diversas áreas. [+]

Crowdfunding – o financiamento coletivo permite quem muitas pessoas invistam em idéias e projetos inovadores. É possível mobilizar a realização de shows exclusivos, produção de filmes, sessões de cinema, peças de teatro, livros e muito mais. [+]

Descola Aí - Um serviço online que facilita o aluguel de produtos e serviços entre amigos, familiares e comunidades. Nele você pode colocar a disposição, sem custo algum, seus produtos que serão alugados para pessoas que necessitam deles. [+]

LivraLivro - Alguém procura o livro você tem. Alguém tem o livro que você procura. Troque conhecimento, sem apego. Renove sua biblioteca através da troca de livros. [+]
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Sites de Crowdfunding no Brasil: Viabilize projetos com financiamento coletivo.

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Você com certeza já utilizou, ou pelo menos, já ouviu falar nos sites de compras coletivas.

O funcionamento é bem simples, basta alcançar um determinado número de compradores e o super desconto é ativado e todo mundo pode desfrutar da oferta promocional. Bem legal, mas depois dessa onda, surge um movimento mais colaborativo e cultural, chamado: "crowdfunding".

O termo está em voga, e não é para menos, com esse modelo ficou muito mais fácil viabilizar projetos – afinal, estamos falando do financiamento coletivo que permite muitas pessoas investirem em idéias e projetos inovadores.



Funciona assim, você cadastra sua iniciativa, diz quanto precisa e o tempo limite para arrecadar o valor. Em seguida, as pessoas podem optar por apoiar com qualquer valor a partir de R$10,00, podendo receber recompensas por isto. Se até o prazo escolhido você tiver atingido o valor que precisa… sucesso, você receberá o dinheiro para desenvolver o projeto. Caso contrário, todo mundo recebe o dinheiro de volta. =D


Acredite, é possível criar mobilizações para a realização de shows exclusivos, produção de filmes, sessões de cinema, peças de teatro, livros e muito mais.


Confira o vídeo:
Reportagem VITRINE da TV Cultura. (update)



Aqui no Brasil, os sites mais conhecidos de crowdfunding são o QueremosIncentivador, Motiva.me, Movere.me, Senso Incomum, Multidão, Mobz e Catarse.

O site americano Kickstarter foi um dos primeiros do gênero. De lá já saíram projetos como o da rede social Diaspora, o do filme “Blue like jazz” e o documentário “The Pirate Bay – Away From Keyboard”, de Simon Klose.
Fonte: HSM, Globo, midiassociais, Digestivo Cultural
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Acessozero – Um guia para quem busca ofertas e recomendações na sua cidade.

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A gente adora conhecer lugares novos –  e para isso, pesquisar, fuçar e ouvir opiniões de amigos são etapas fundamentais. Creio que todo mundo curte compartilhar experiências e novas descobertas, principalmente quando se trata de boas oportunidades de consumo.


E aqui no blog funciona assim, quando encontramos coisas legais fazemos questão de compartilhar as novidades com vocês. =D

E desta vez, a minha recomendação é para novo portal do Acessozero – para quem é de Curitiba já deve saber com funciona. Lá a gente pode encontrar dicas e avaliações sobre produtos e serviços quem rolam na cidade. E além disso, existem muitas opções de tickets no ar - com descontos de até 80%.



O site oferece um mega incentivo para conhecermos lugares legais, e ao mesmo tempo, um espaço para dividirmos as experiências de consumo que no final acabam orientando outras pessoas dentro do portal. (Vale lembrar que por enquanto as ofertas do site estão disponíveis para Curitiba e Florianópolis).


Resumindo, o portal Acessozero oferece um jeito viciante de conhecer e avaliar estabelecimentos da cidade. Para mim esse tem sido uma maneira ótima de ir a lugares novos por preços super convidativos. :D

Imagens:  Jonas Bergstrand / kallwejt


Onde você encontra:
» www.acessozero.com.br
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